José Xavier Mouzinho da Silveira nasceu em Castelo de Vide a 12 de Julho de 1780. Foi um estadista, jurisconsulto e político português e uma das personalidades maiores da revolução liberal, operando, com a sua obra de legislador, algumas das mais profundas modificações institucionais nas áreas da fiscalidade e da justiça. Preso durante a Abrilada, tornou-se um rígido defensor da Carta Constitucional pelo que teve de se exilar em 1828. Regressou ao Parlamento em 1834 para defender a sua obra legislativa, mas exilou-se de novo em 1836. Retirou-se da vida política durante os seus últimos dez anos de vida. Morreu em Lisboa a 4 de Abril de 1849.
"Celebridades Portalegrenses"
Este blogue foi criado em grupo no âmbito da disciplina de Área de Projecto na escola Secundária Mouzinho da Silveira. Inicialmente o trabalho resumia-se apenas em fazer um Power Point e um trabalho em Word sobre personagens celebres em Portalegre, mas a pedido do nosso professor acabamos por fazer este blogue. Obrigado por nos visitarem , esperamos que gostem.
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sábado, 12 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
José Régio
Foi em Vila do Conde que José Régio nasceu no seio de uma família da burguesia regional, filho de joalheiros, e aí viveu até acabar o quinto ano do liceu. Ainda jovem publicou na sua terra-natal os primeiros poemas nos jornais “O Democrático e República". Aos dezoito anos foi para Coimbra, onde se licenciou em Filologia Românica (1925).
Em 1927, com Branquinho da Fonseca e João Gaspar Simões, fundou a revista Presença, que veio a ser publicada, irregularmente, durante treze anos. Esta revista veio a marcar o segundo modernismo português, que teve como principal impulsionador e ideólogo José Régio Foi neste mesmo ano que José Régio começou a lecionar num liceu no Porto, até 1928, e a partir desse ano em Portalegre, onde esteve quase quarenta anos. Em 1966, Régio voltou para Vila do Conde, onde veio a morrer em 1969.
Régio teve durante a sua vida uma participação activa na vida pública, mantendo-se fiel aos seus ideais socialistas, apesar do regime conservador de então, mas sem condescender igualmente com a arte panfletária. Recebeu em 1966 o Prémio Diário de Notícias e em 1970 o Prémio Nacional da Poesia.
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